
Nomes: Olindina de Souza Leão e Hiran Cavalcanti.
Apelido íntimos: Vovó Dininha e Vovô Hiran.
Idades: Agora me pegou... Eu sei que é mais de 70 e menos de 75 e que ela é mais nova que ele. Ah, e que a aparência é de sessentinha, tá? ;)
Onde moram: Recife - PE.
O que fazem: D. Dininha foi professora por muitos anos, seu Hiran é coronel do exército aposentado. O passatempo dela é pintar, o dele é Orkut, Facebook, MSN e afins. Rs.
De onde a gente se conhece: Os dois são os pais da minha sogrete Mônica.
Por que tenho saudade: Porque são pessoas mais que especiais na minha vida! Sinto falta de sentar na varanda da casa deles e jogar conversa fora. Seu Hiran, sempre olhando o lado positivo da vida, fazendo piada com tudo, rindo das desgraças alheias e próprias. Figuraça. Dona Dininha, com seu olhar mais crítico, ri das graças legítimas, reclama quando é preciso, compreende na medida do impossível, uma verdadeira matriarca. Os dois juntos são a base de sustentação de uma família extremamente unida e feliz (no sentido mais literal que vocês possam imaginar).
Qual a última lembrança que tenho deles: Da gente na maternidade comemorando o nascimento de Joaquim, bisneto deles e sobrinho nosso, no dia 4 de abril.
E a primeira? Conheci ambos (e quase toda família de Mário) num almoço de domingo. Lembro bem de como fui super bem recebida na casa deles. Não existe, aliás, anfitriões melhores no mundo. Acho que é a casa onde mais a gente se sente à vontade, igual ao dono.
Que frase típica eles diriam sobre saudade? Dona Dininha diria algo do tipo: "A saudade é um lago transparente a refletir sempre a imagem da pessoa ausente", citando um poeta anônimo ou coisa parecida. Seu Hiran falaria: "PQP, que merda essa história de vocês morarem longe daqui. Volta logo, p****!"
Que lugar de Pernambuco tem a cara deles: A Avenida Boa Viagem.
Onde eu gostaria de levá-los em São Paulo: Queria levar Dona Dininha no Masp num dia de domingo, para admirarmos juntas o acervo incrível do museu e conhecer a feirinha de antiguidades de lá. Já Seu Hiran, eu levaria num reduto boêmio do centrão pra gente tomar um whiskynho - quebrando o protocolo paulista de só beber cerveja - e ouvir aqueles sambas das antigas no maior clima de malandragem.
Que recado eu deixo para eles: Vovô Hiran e vovó Dininha, saibam que mesmo estando longe eu e Mário lembramos muito de vocês. Perguntamos a tia Mônica como estão, esperando sempre ouvir que estão cheios de saúde e de alegria. Saibam que os momentos bons que vivemos ao lado de vocês jamais serão esquecidos. Ao contrário, nos deixarão sempre no desejo de repeti-los quando estivermos de volta à terrinha. Beijos dos seus netos que amam muito vocês, Dey e Mário.
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